Causa Galiza enche o Paço da Cultura de Ponte Vedra para a apresentaçom do Acordo Democrático Nacional
Causa Galiza apresentou esta tarde no Paço da Cultura de Ponte Vedra, perante um salom de actos cheio, o Acordo Democrático Nacional, impulsionado pola iniciativa soberanista como alternativa ao processo de reforma estatutária na Galiza. O ADN, que recolhe “a soberania política na Galiza corresponde exclusivamente ao povo galego” e resume em oito pontos as reivindicaçons básicas do movimento autodeterminista, foi assinado por dez organizaçons (Movemento pola Base, Espaço Irmandinho, Frente Popular Galega, Partido Comunista do Povo Galego, Colectivo Nacionalista de Marín, Ceivar, Adiante, Assembleia da Mocidade Independentista, Central Unitaria dos Traballadores e Redes Escarlata).
O acto de apresentaçom do ADN contou com a conduçom do cantautor punk O Leo e o escritor Séchu Sende, e deu começo com duas sentidas homenagens a Alexandre Bóveda —ao cargo do seu filho e vicepresidente da Fundaçom que leva o seu nome, Xosé Luis Bóveda— e a José Manuel San-Martim Bouça, Martinho —por Joám Lopes, militante independentista histórico e sindicalista da CIG—, como exemplos da luita histórica pola autodeterminaçom na Galiza. As distintas intervençons fôrom introduzidas, ademais, pola actuaçom musical do duo de contra-baixo e acordeom Pel de Noz.
A continuaçom das homenagens, apresentarom o seu apoio aos pontos do ADN as delegaçons internacionais vidas dos Países Cataláns, o País Basco e o Saara, e realizou-se um recordo das Bases Democráticas Galegas, a cargo de Bráulio Amaro, membro da porta-vozia de Causa Galiza que participou na fundaçom das Bases, como reconhecimento a esta entidade como antecedente de Causa Galiza.
Finalmente, Olalha Barro e Charo Lopes, membros também da porta-vozia de Causa Galiza, apresentaron os oito pontos do Acordo Democrático Nacional, que assinaron simbolicamente Miguel Anxo Abraira, Joám Peres, Mariano Abalo, José Colaço e Francisco Currás em representaçom das suas respectivas formaçons políticas (Movemento pola Base, Espaço Irmandinho, Frente Popular Galega, Partido Comunista do Povo Galego e Colectivo Nacionalista de Marín).
Para rematar, o acto no Pazo da Cultura fechou-se às 19:30 com o canto do hino nacional galego, mas as pessoas assistentes marchárom ainda até a estátua de Alexandre Bóveda em Pontevedra, para expressar o seu reconhecimento a este martir da luita pola soberania de Galiza.





