Causa Galiza convoca manifestaçom o 25 às 13:00 com o lema “Contra a crise do capital, soberania nacional”


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Causa Galiza apresentou esta manhá no local social A Gentalha do Pichel os actos do Dia da Pátria galega para o vindouro 25 de Julho. Pedro Alonso, porta-voz da plataforma, detalhou os actos com que se celebrará a data, que este ano somam à já tradicional manifestaçom a realizaçom dum jantar e actividades ao longo de toda a tarde no parque de Belvis. Com Alonso estivérom outros membros da Portavozia da Causa Galiza e representantes das seis correntes políticas que a integram (Corrente Vermella, Espaço Irmandinho, Frente Popular Galega, Movemento pola Base, Nós-Unidade Popular e Partido Comunista do Povo Galego), assim como de diversos colectivos e locais sociais.

O Dia da Pátria 2009 é a terceira convocatória consecutiva organizada por esta plataforma sócio-política na data assinalada, reunindo trás de si todas as forças políticas e sociais soberanistas numha dinámica de acçom conjunta para exigir a superaçom do actual quadro constitucional e autonómico e reclamar o reconhecimento e o exercício do direito de Autodeterminaçom por parte do Povo Galego. Nesta ocasiom,  a marcha reivindicativa sairá às 13:00 h. da Alameda compostelana com a legenda Contra a crise do capital, soberania nacional. Alonso informou de que a encarregada de ler o manifesto vai ser “umha pessoa destacada polo seu trabalho no ámbito sindical e nomeadamente na defesa dos direitos das pessoas migrantes: Laura Bugallo, quem ademais há dous meses passou por uns maus momentos pessoais, precissamente polo seu compromisso sincero”. Ao remate, como principal novidade, ademais do tradicional jantar popular realizarám-se numerosas actividades no parque de Belvis, incluindo palestras, apresentaçons de livros, jogos populares, actuaçons musicais, projecçons, expossiçons e actividades para crianças.

Neste ano, o Dia da Pátria enquadra-se num contexto especial concreto, o da grave crise sócio-económica capitalista que atenaza a nossa sociedade e provoca o aumento do desemprego, a temporalidade e a precarizaçom, o encerramento de empresas e a aplicaçom de EREs, muitos deles sem justificaçom, a emigraçom de milhares de jovens galegas e galegos e o assalto generalizado aos direitos sociais. Assim, Pedro Alonso destacou que “é mais necessario do que nunca demandar o direito de autodeterminaçom, sobre todo neste contexto de crise”, já que, na actual situaçom de dependência, Galiza está a jogar “umha partida com as maos atadas, e neste contexto sempre seremos de segunda”. Da Causa Galiza valorizamos que o direito a decidir do Povo Galego sobre si próprio é umha ferramenta indispensável para fazer frente à crise do sistema capitalista e garantir o bem-estar da maioria social galega.

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