Causa Galiza apoia a manifestaçom contra as políticas institucionais de extermínio do Galego


A Gentalha do Pichel, Causa Galiza, Ceivar, Que voltem para a casa! e Xeira som as seis primeiras entidades que aderírom à mobilizaçom nacional que, sob a legenda Paremos as políticas de extermínio contra a nossa língua, percorrerá neste domingo 16 as ruas da capital. A convocatória exigirá também a absoluçom das 6 pessoas condenadas a prisom no juízo #8f45anos por se manifestarem em 2009 frente a um ato de Galicia Bilingüe.
 

O manifesto acordado, que transcrebemos a continuaçom, reclama a “viragem radical” das políticas lingüísticas executadas polas administraçons galega e espanhola e rumadas a “conquistar o seu histórico objetivo de substituir definitivamente o Galego polo espanhol”. A mobilizaçom coincide no tempo com o balanço negativo da aplicaçom da mínima legislaçom existente em favor da língua nacional e o dado estatístico de que, por primeira vez na história, o Galego já nom é o primeiro idioma da maioria social deste país.

 

 Anexamos a continuaçom a declaraçom publicada que se anuncia aberta a novas adesons:

 

Paremos as políticas de extermínio contra a nossa língua

 

 

Em 2009, quando regia a administraçom autonómica o bipartido PSOE-BNG e se iniciavam certas medidas institucionais de apoio ao Galego, a organizaçom extremista Galicia Bilingüe convocou umha mobilizaçom apoiada por toda a extrema direita política e mediática para paralisar qualquer política ativa de normalizaçom e favorecer o retorno do PP à Junta da Galiza.
 
O manifesto acordado, que transcrebemos a continuaçom, reclama a “viragem radical” das políticas lingüísticas executadas polas administraçons galega e espanhola e rumadas a “conquistar o seu histórico objetivo de substituir definitivamente o Galego polo espanhol”. A mobilizaçom coincide no tempo com o balanço negativo da aplicaçom da mínima legislaçom existente em favor da língua nacional e o dado estatístico de que, por primeira vez na história, o Galego já nom é o primeiro idioma da maioria social deste país.

 

 

   Anexamos a continuaçom a declaraçom publicada que se anuncia aberta a novas adesons:

 

Paremos as políticas de extermínio contra a nossa língua

 

Em 2009, quando regia a administraçom autonómica o bipartido PSOE-BNG e se iniciavam certas medidas institucionais de apoio ao Galego, a organizaçom extremista Galicia Bilingüe convocou umha mobilizaçom apoiada por toda a extrema direita política e mediática para paralisar qualquer política ativa de normalizaçom e favorecer o retorno do PP à Junta da Galiza.

A mobilizaçom espanholista foi contestada por dezenas de pessoas que se concentrárom frente à Alameda de Compostela, sendo identificadas e agredidas pola Polícia espanhola, que era alentada por seguidores de Galicia Bilingüe. Produzírom-se detençons, cargas, ingressos hospitalares e a impossibilidade de os setores sociais favoráveis à língua deste país exercerem o seu direito de manifestaçom. Mais umha vez, os antidisturbios encargárom-se de impedi-lo a porraços e pelotadas.

Aquel conflito rematou nos julgados, processando-se 10 pessoas para as que se solicitárom 45 anos de prisom e importantes sançons económicas. Finalmente, seis fôrom condenadas a onze anos de cárcere num juízo que suscitou a solidariedade de todos os agentes sociais, sindicais e políticos do país e as petiçons mediáticas de fortes condenas polo Delegado del Gobierno de España Samuel Juárez.

A sentença do juízo que nas redes sociais se chamou #8f45anos é paradoxal: quando o IGE anuncia que, por primeira vez na história da Galiza, os galegos e galegas que temos a língua do país como primeira somos já menos de 50% da populaçom e a transmissom intergeracional normalizada é incerta, quando se incumprem as raquíticas iniciativas legais favoráveis ao Galego e se legisla ativamente contra a nossa língua, quem remata no banco dos acusados, e condenadas, som independentistas que denunciam este extermínio planificado.

As associaçons, entidades e organizaçons abaixo assinadas, chamamos a sociedade galega a se mobilizar no próximo dia 16 de novembro pola absoluçom das seis pessoas condenadas a prisom e para exigir umha viragem radical nas políticas lingüísticas planificadas e executadas pola administraçom galega e espanhola para conquistar o seu histórico objetivo de substituir definitivamente o Galego polo espanhol e a nossa extinçom como Povo.

 Defender o nosso idioma é também defender as pessoas perseguidas e sancionadas por reivindicá-lo. Nunca renunciaremos à nossa língua.