Causa Galiza apoia a dinámica reivindicativa iniciada neste sábado pola CIG com a perspetiva da Greve Geral

A CIG anunciou recentemente a ativaçom dumha campanha de agitaçom laboral e mobilizaçons para “recuperar os direitos sociais e laborais perdidos nos últimos anos” perante a situaçom de debilidade que, entende, existe no Governo espanhol. Esta dinámica iniciará-se em sábado 28 de janeiro com umha mobilizaçom nacional em Compostela “em defesa do sistema público de pensons” e continuará-se com sucesssivas convocatórias que a central galega desgranará nas próximas semanas.

Segundo a CIG, esta estratégia teria como horizonte a hipótese dumha “Greve Geral face os meses de abril ou maio”, no caso mais do que provável de o Congreso espanhol se negar a aprovar os projetos de lei e as medidas sócio-laborais e económicas exigidas pola central nacionalista. Animamos-vos a consultar nesta ligaçom informaçom completa e atualizada sobre esta dinámica que procura acumular forças e testar e tensar, dalgum modo, a capacidade reivindicativa da classe trabalhadora galega.

Apoio de Causa Galiza

Causa Galiza comunicou formalmente à CIG o apoio a esta mobilizaçom nacional e à estratégia de fundo em que se enquadrar. Aliás, queremos chamar à militáncia independentista a alimentardes com a vossa presença física e compromisso esta dinámica de luita que pode favorecer -esperamo-lo- a convocatória da imprescindível Greve Geral que globalice as luitas sociais e nos convirta, como povo, em sujeito ativo frente ao processo de destruiçom do nosso projeto nacional e pauperizaçom que impulsionam Espanha e a Uniom Europeia.

Hoje, mais do que nunca, quando o regime espanhol de 1978 começa mover fios para encorsetar este País em outros 35 anos de estatutismo, é urgente reativar a rua, fortalecer a confiança na capacidade reivindicativa popular e colocar à vista da nosso povo, com absoluta claridade, a opçom independentista como a única soluçom confiável à perspetiva de empobrecimento maciço, espólio territorial, assimilaçom e repressom que ofertam quem agora se preparam para “reformar” o quadro jurídico-político neofranquista.