'Audiencia Nacional' perpetua o bloqueio das contas bancárias de Causa Galiza dous meses após lhe devolver a condiçom legal

O processo repressivo de que esta Organizaçom é objeto por parte da Guardia Civil e a Audiencia nacional desde 30 de outubro de 2015 parece nom ter fim. Junto à vigência das graves imputaçons penais impostas daquela a nove militantes, que ainda podem dar pé a juízo, a Audiencia Nacional engade a continuidade do bloqueio dos nossos recursos económicos 54 dias após decretar o levantamento da “suspensom de atividades” que pesava sobre Causa Galiza.

O retorno à condiçom legal, com o auto de Eloy Velasco de 14 de dezembro de 2016, implica, juridicamente, a recuperaçom plena dos direitos de que a Organizaçom era sujeito antes da ilegalizaçom, como a possibilidade de celebrar reunions orgánicas, convocar atos públicos, espalhar propaganda, etc. No entanto, o tribunal de exceçom perpetua artificialmente o bloqueio das contas acordado na Operación Jaro e, portanto, o acesso aos recursos necessários para o trabalho político.

Após um tempo de espera mais do que prudencial, e várias interlocuçons presenciais com o banco venezuelano Abanca, onde estám sediados os depósitos da Organizaçom, Causa Galiza iniciou açons legais perante o tribunal espanhol para restabelecer o acesso normalizado à conta nacional. Aguardamos que esta situaçom arbitrária se resolva à maior brevidade, de modo que a nossa atividade se restitua progressivamente na íntegra.