Agências informativas e meios distribuem hoje maciçamente baçófia informativa contra o independenti
A prática totalidade dos meios de propaganda espanhóis e galegos difundem hoje, em distintas versons, umha informaçom policial inverificável e isenta de qualquer prova para criminalizar o independentismo galego.
Sintetizando, os incidentes e enfrontamentos ocorridos em Madrid nesta fim-de-semana na Marcha de la Dignidad seriam, por paradoxal que parecer, produto da militáncia independentista do nosso país, da “contorna independentista” (sic) ou, incluso, dumha suposta organizaçom de existência jurídica ainda nom certificada polo Estado que se denominaria Resistència Galega.

O despropósito da informaçom que emite o Ministerio de Interior e espalham incondicionalmente os mídia é óbvio: o independentismo galego tem como marco geográfico exclusivo de atuaçom o território histórico da Galiza e as comunidades galegas na emigraçom. É umha característica substancial que nos diferencia de outros sectores nacionalistas que mantenhem alianças organizativas ou eleitorais com forças espanholas. Mais estrambótica, ainda, resulta a pretensom de o independentismo galego liderar a conflitividade social do povo madrileno.


Imaginaçom no poder

As mobilizaçons estudantis e operárias de 1968 no Estado francês reclamavam A imaginaçom ao poder! Parece evidente que, em 2014, no Estado espanhol, quando menos no Ministerio de Interior, a imaginaçom já ocupa esse lugar. Como exemplo, alentamos a consultar a baçófia informativa distribuida hoje ao ditado policial pola Cadena Ser, que vem anunciar que “umha cisom de Resistência Galega”, composta nada menos que por 250 indivíduos, seria a responsável dos enfrentamentos produzidos em Espanha com as forças da repressom. O dado é significativo, umha vez que a Delegación del Gobierno de España na Galiza anunciara há poucos meses que "este grupo terrorista se compom de 15 pessoas". Contradiçons sem maior significado que nom chamarám nunca a atençom d@ jornalista fiel à versom oficial.